• Os corpos cetónicos são os „criminosos“ responsáveis por todos os efeitos secundários negativos (stress oxidativo / radicais de oxigénio) O Catosal® reduz siginificativamente as concentrações de BHB.

  • A deteção e resposta precoces são factores chave para prevenir os sinais clínicos e as perdas económicas causadas pelos corpos cetónicos! Monitorize a ingestão de alimento das suas vacas secas e se os seus ICC estão normalizados.

  • A cetose subclínica pode, quando não é detectada, originar também danos celulares, imunossupressão e, como consequência, aumento da incidência de doenças secundárias como as mastites, as metrites e a cetose clínica. Não hesite e monitorize regularmente os níveis sanguíneos de BHB das suas vacas recém paridas!

  • Já alguma vez se questionou acerca dos baixos níveis de concepção ao primeiro serviço? A cetose subclínica pode ser uma das causas que pode ser corrigida para melhorar a performance reprodutiva.

  • Sabia que: As investigações mais recentes revelaram uma forte correlação entre as perdas excessivas de ICC e o aumento do risco de desenvolver laminites? Instale a nova e acutalizada versão da nossa aplicação BCS Cowdition para ter o controlo do seu rebanho.

  • O impacto negativo da cetose (subclínica) na produção de leite e doenças subsequentes continua a ser subestimado. Dedique algum do seu tempo a avaliar o custo-benefício

Dicas e Ferramentas

Diagnóstico via medição de BHB no sangue

  • Cetose subclínica > 1,2 mmol/l sem sinais clínicos
  • Cetose clínica > 3 mmol/l com sinais clínicos

Uma vez que a duração média da cetose subclínica é de aproximadamente 5 dias, as vacas em risco devem ser analisadas, pelo menos, duas vezes, nos dias 5-7 e 10-14 pós-parto18, 75, 79

Deteção precoce: Avaliação regular do enchimento do rúmen a partir das duas semanas que antecedem o parto

  • Visto de trás, o rúmen deve estar saliente
  • Vacas com cetose subclínica vão menos vezes à manjedoura nas 2 semanas antes do parto
  • Vacas com cetose subclínica comem menos na semana antes do parto e nas 2 seguintes

Avaliação da Condição Corporal

  • Período seco: ICC 3,0 – 3,5 (vacas Holstein Friesian)
  • Durante o BEN no pós-parto a ICC não deve ser menor que 2,5
  • A app BCS Cowdition é uma ferramenta útil para avaliar objectivamente, monitorizar e gerir o ICC de cada animal individualmente e ao nível do rebanho

Alimentação no período de transição

  • Fase distante do parto: Um fornecimento energético excessivo deve ser evitado em animais com excesso de condição corporal – ICC > 3,5 – comem menos no pós-parto
  • Fase próxima do parto: Aumento gradual do conteúdo energético e proteíco para preparar o rúmen para a alimentação rica em concentrado no pós-parto
  • Dieta de ajuste: estimulação da ingestação de alimento através de:
    • Aumento lento e gradual do conteúdo energético
    • Fornecer regularmente mistura (TMR) fresca
    • Ajustar o tamanho da fibra para uma curta retenção ao nível do rúmen

Prevenção e terapia

  • Administrar substâncias glucoplásticas preventivamente, por via oral, aos animais em risco (após parto difícil; retenção placentária; febre do leite; fases de altas produção, no início da lactação;...)
  • Minimizar os danos oxidativos através da aplicação de vitamina E e selénio
  • Medicar com infusões de glucose, administração de glucocorticóides e Catosal (de acordo com o registo nacional)

Aumento do conteúdo energético

  • Alimentar com amido protegido da acção ruminal
  • Alimentar com gordura (> 3 semanas pós-parto), total de 5% de gordura na matéria seca (até 7% para gorduras protegidas)

Aumento do conforto do animal

A lipomobilização é promovida primeiramente pelo stress (adrenalina) e pelo rácio elevado de glucagon:insulina15. A redução do stress é uma medida substimada para limitar a lipomobilização79. As vacas tratadas com Catosal® apresentaram uma redução significativa das concentrações de β-hidroxibutirato (BHB) comparandas com as do grupo tratado com placebo78

* veja também a nossa página de referências